24 (24 Horas) foi uma série totalmente inovadora e repleta de ação, o drama conseguia ter uma tensão diferente de qualquer outra coisa exibida na TV. Cada uma das oito primeiras temporadas foram constituídas por 24 episódios com uma hora de duração, com todos os eventos ocorrendo em tempo real. A série teve um cancelamento após a oitava temporada, mas voltou dois anos depois com uma temporada limitada intitulada Live Another Day, que contou com um formato diferente com apenas 12 episódios, tendo um salto na linha do tempo, pouco antes do término. As aventuras do agente Jack Bauer rapidamente se tornaram um sucesso cultural na era pós 11 de setembro. A série sempre tratou de temas oportunos como terroristas religiosos e confrontou a amoralidade da tortura, com os métodos brutais de Bauer muitas vezes ganhando resultados ao custo de sua própria alma. A estrela Kiefer Sutherland ganhou um Emmy e um Globo de Ouro por seu papel que rapidamente se tornou a personificação da América durante a Guerra contra o Terror.

Agora, em um formato parecido com Live Antoher Day, estreou 24: Legacy, que traz outro personagem como protagonista, desta vez, quem corre conta o tempo é Eric Carter, um ex marine que luta para que não haja um ataque terrorista em solo americano. E para entrar no ritimo da série que estreou há poucos dias, separamos para vocês essa lista com as 5 mortes mais chocantes de 24. Mas fique ciente que esse post contém spoilers da 1 à 9 temporada.

5OMAR HASSAN

A oitava temporada terminou com a quase-morte do Presidente Logan, mas antes contou com a morte de um chefe de estado importante. A República Islâmica do Kamistan é um país fictício no Oriente Médio, e Hassan foi seu presidente. Um muçulmano da paz, que entrou em conflito com as facções mais militantes dentro do seu país e até mesmo dentro de sua própria família.

Hassan foi sequestrado por terroristas que ameaçavam transmitir sua execução ao vivo pela Internet. Jack Bauer entra em ação e corre contra o tempo para salva-lo. Ele encontra o local onde o presidente está mantido em cativeiro, e mata todos em seu caminho, apenas para descobrir que ele foi enganado; O vídeo não foi exibido ao vivo, foi pré-gravado, e o presidente já havia sido assassinado.

4CURTIS MANNING

 Curtis Manning era um dos personagens favoritos dos fãs, um combatente eficaz da CTU que se parecia muito com Jack Bauer. No entanto, um velho rancor levou a seu assassinato inesperado nas mãos de ninguém menos que o próprio Jack.

Curtis perdeu a cabeça quando soube que teria que inocentar por meio de induto presidencial o ex terrorista Hamri Al-Assad. De volta quando Curtis era apenas um soldado durante a primeira guerra no Iraque, na Operação Tempestade no Deserto, Al-Assad tinha liderado uma unidade que havia emboscado a equipe de Curtis, capturado vários de seus homens e decapitado na frente das câmeras.

Curtis não acreditava nas afirmações de Al-Assad sobre sua mudança e procura pela paz se recusou a trabalhar ao lado do homem que havia matado seus amigos. Ele optou por vingança, levando a um tenso impasse com Jack. Curtis fez Al-Assad refém, dizendo a Jack que não poderia deixar ele vivo. Jack não teve outra escolha a não ser matar Curtis com um único tiro no pescoço.

A parte mais trágica de tudo isso foi que Al-Assad realmente era um homem mudado. Ele estava tentando parar a matança e caminhar por um caminho de diplomacia não-violenta. Mais tarde ele morreu protegendo o presidente Wayne Palmer de uma bomba que se destinava a assassiná-lo.

3AUDREY BOUDREAU

Em Live Another Day, Audrey descobriu que Cheng Zhi estava vivo e estava tentando provocar uma guerra entre Estados Unidos e China. Durante sua investigação, ela foi assassinada por um dos atiradores de Cheng. 24 sempre foi frio e brutal com a sua falta de respeito pela vida humana, mas a morte de Audrey foi particularmente cruel. Todos ficaram extremamente decepcionados, assim como Jack. Só uma coisa era certa naquele momento: Cheng iria pagar.

2CHENG ZHI

Na época da morte de Audrey, Jack estava em perseguição de Cheng Zhi, na esperança de derrotar o agente chinês. Se ele pudesse provar que Cheng estava vivo com provas de vídeo e voz, ele poderia salvar o mundo e Audrey. Infelizmente, ele não completou sua missão a tempo, e Audrey foi morta. Jack foi tão longe e refletiu sobre a perspectiva de tirar a própria vida, mas quando ele ouviu passos dos homens de Cheng, ele mudou de ideia e resolveu matar todos eles.

No tiroteio final de Jack Bauer, ele matou todos os homens de Cheng como um demônio enfurecido, com a eficiência de um agente altamente treinado e empurrado até seu ponto de ruptura. Depois de vencer o próprio Cheng, Jack o amarra a uma cadeira e envia as imagens e a confirmação de voz ao governo chinês mostrando que ele foi, de fato, responsável pelas tensões diplomaticas e a guerra foi evitada.

Com Cheng derrotado e de nenhuma utilidade para ninguém, Jack deu um espectáculo com sua sede de vingaça. Ele puxou uma katana, que estava pendurada na parede e decapitou Cheng.

1DAVID PALMER



A primeira temporada de 24 mostrou Jack Bauer protegendo um senador idealista com aspirações de ser o primeiro presidente afro-americano dos Estados Unidos. Na segunda temporada, o sonho de David Palmer se tornou realidade. No final da terceira temporada, o cansado Palmer, que havia passado por inúmeras crises ameaçadoras do mundo e tentativas de assassinato, decidiu não procurar a reeleição para um segundo mandato como presidente.

Nos primeiros minutos da quinta temporada, Palmer é visto discutindo suas memórias com seu irmão Wayne. Eles brevemente conversam sobre algo que parece estar incomodando o ex-presidente, quando, do nada, ele é baleado na garganta por um atirador. Ele morre em segundos, bem no início da temporada, um começo chocante para o que muitos diriam que foi melhor ano da série.

24 foi a primeira grande série de televisão do século 21, e capturou bem o medo e a violência da época, bem como a esmagadora sensação de impotência sentida por tantos americanos durante os primeiros anos após os ataques de 11 de setembro. Tais sentimentos eram tão predominantes na época, mas simplesmente se tornaram o padrão esperado até 2017.

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